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História

Bauhaus, a escola de design alemã que inspirou a Pivot Point

Uma escola de design com mais de 100 anos que inspira até hoje. Esta é Bauhaus. Fundada em 1919 pelo arquiteto Walter Gropius, na cidade de Weimar, na Alemanha, a primeira academia de design do mundo dominou a arte europeia ao longo das décadas de 1920 e 1930, mas segue, em 2021, influenciando gerações.

Das linhas retas, formas geométricas e brancas de Oscar Niemayer, referência na arquitetura mundial, até os modernos equipamentos tecnológicos com visual “clean” como os produtos da Apple, há um toque de Bauhaus.

A escola juntava várias disciplinas que se complementavam. Artes até então consideradas “inferiores” como cerâmica, tecelagem e marcenaria juntavam-se à arquitetura, artesanato, escultura, pintura e desenho industrial. O intuito era criar objetos cuja produção fosse de baixo custo e rápida. O bom design deveria ser de novo acessível na Alemanha, um país cuja economia encontrava-se dizimada após a Primeira Guerra Mundial.

Bauhaus atraiu artistas de talentos distintos, das mais diferentes áreas e origens. O movimento ganhou o mundo, transformou a história do design e ainda é fonte de inspiração. A Pivot Point é uma delas.

A influência na Pivot Point

Inspirada na escola de Bauhaus, a Pivot Point nasceu em Chicado, em 1962. Uma metodologia exclusiva criada a partir de enfoque científico e criatividade artística. Ver, pensar, criar e adaptar.

A natureza, a arquitetura, a arte e suas próprias referências são pontos de partida para a criação, aos olhos da Pivot Point.

“A influência da Bauhaus na metodologia Pivot Point pode ser percebida através do fato que o cabelo é compreendido como uma matéria-prima utilizado para a expressão da arte. Assim como em outros tipos de arte, elementos como a forma, a textura e a cor são peças chaves para a elaboração do design de cabelo”, explica Rafaela Raskin, coordenadora de capacitação da Pivot Point no Brasil.

Presente em cinco continentes com uma metodologia exclusiva que há quase 60 anos transforma vidas a Pivot Point propõe, através de um ensino original, o aperfeiçoamos das habilidades de seus alunos.

Estimular novas ideias através do design e garantir uma visão universal da metodologia na prática, é a essência da Pivot Point.

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Notícias

Educadores participam do treinamento da nova coleção da Pivot Point, RECONNECT.

A Pivot Point, academia líder em educação continuada para hairstylists no Brasil e no mundo, promoveu, nos dias 23 e 24 de agosto, o treinamento para educadores homologados, em 25 países, ministrado por Yolly ten Koppel, Diretora Artística Global da Pivot Point Internacional. 

O treinamento, ministrado de forma online por Yolly, proporcionou o encontro dos educadores da Pivot Point Brasil, Camila Salles, de Taubaté-SP; Daniel Augusto, de Santos-SP e Elton Nunes, da capital carioca, na academia do Rio de Janeiro, onde conheceram um pouco mais sobre as novidades da marca e reproduziram, do passo a passo, a finalização dos quatro cortes que compõem a nova coleção. 

No Brasil, o evento foi aberto pelo Presidente do Grupo IBG, Gerson Raskin, pelo CEO Marcelo Raskin e pela Diretora da Pivot Point Brasil, Silmara Perla. Ainda estiveram presentes os responsáveis pela área de Capacitação da Pivot Point Brasil, Rafaela Raskin e Fabiano Berlanda.

“O treinamento foi maravilhoso. Na verdade, estar em um treinamento da Pivot Point Internacional é sempre muito bom, muito valioso. Por ser online, foi possível reunir educadores de vários países pelo mundo, além de ser uma oportunidade de continuar se atualizando, independente da pandemia”, destaca a educadora Camila Salles. 

Os cortes apresentados nesta coleção abordam identidades fortes, pessoais e autênticas:

  • Leanne, corte em camadas aumentadas com franja curta desconectada “baby bangs” com longas camadas que proporcionam suave movimento.
  • Bente, corte em cabelo cacheado, com técnicas de ondas nos cachos naturais para realçar a textura natural proporcionando definição e versatilidade.
  • Anne, corte médio em “rebeldes” camadas com franja desconectada, explorando as diferentes texturas do “bad head mullet”.
  • Lia, curtinho de formas combinadas com o topo maior e mais pesado para adicionar brilho e movimento, enfatizando as pontas. Corte que permite inúmeras finalizações.

A coleção, que preza pela reconexão pessoal, traz cortes com bastante identidade. 

“Acredito que as pessoas estão buscando produtos personalizados. Deu pra ver diferentes franjas, bem marcadas ou bem leves. Diferentes técnicas para personalizarmos o atendimento do nosso cliente. Para ensinarmos aos nossos alunos como eles podem trabalhar trazendo a essência da cliente através do corte de cabelo”, completa Camila.

Mais do que os cortes, as técnicas passadas no treinamento podem ser aproveitadas de diferentes formas. De acordo com Daniel Augusto – educador especialista em cabelos masculinos-, o corte mais curto, Lia, se aproxima muito dos cortes que costuma fazer em homens.

“Ele é uma tendência muito parecida com um corte masculino que está super em alta nas barbearias, o French Crop, só que feminino. Muito moderno, com a lateral bem curtinha cortada na máquina e o topo mais longo e texturizado. É um corte que alonga e afina mais o rosto. Muito interessante”, explica Daniel.

Outro destaque, segundo o educador, foi corte Bente, para cabelos cacheados. 

“No Brasil ele pode ser bastante utilizado, pela mulher que deseja assumir os cachos e ondulações naturais. É muito moderno e versátil. Podendo ser usado para ambos os lados e para trás. A técnica traz uma forma em camada aumentada e dentro dela uma graduação invisível. Muito interessante”, avalia.

Visita ao Programa Social da Mangueira

Além de aprender os novos cortes, os três educadores participaram de uma visita ao Instituto Profissionalizante Mangueira (IPM), parceiro social da Pivot Point. Criado para dar formação básica aos jovens, o IPM oferece oficinas práticas e aulas teóricas que abordam conhecimentos, habilidades, valores e atitudes necessárias para o ingresso e permanência de novos profissionais da comunidade no mercado de trabalho.

Os alunos do projeto puderam conhecer e trocar experiências com os educadores da Pivot Point. Em especial os que ministram o curso online, Precision/4.u, que faz parte da grade do projeto no módulo de corte.

 

Yolly ten Koppel, Diretora Artística Global da Pivot Point Internacional. 

Elton Nunes, educador Pivot Point.

Daniel Augusto, educador Pivot Point.

Camila Salles, educador Pivot Point.

Yolly ten Koppel, Diretora Artística Global da Pivot Point Internacional.